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Stanley Kubrick's rare Zeiss Planar 50mm F0.7 'Barry Lyndon' lens now in Museum of Optics

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One of the rare Zeiss Planar 0.7/50mm film lenses used by Stanley Kubrick for his legendary interior shots without artificial light is now exhibited in the Zeiss Museum. Image and caption: Zeiss

Zeiss has announced that Jan Harlan, an executive producer who worked alongside the late Stanley Kubrick, has handed over one of only ten Zeiss Planar 50mm F0.7 lenses to ever be produced. The lens, which is one of three Kubrick had custom-made to be used as a cinema lens, is being lent to Zeiss to display in the company’s Museum of Optics, located in Oberkochen, Germany.

This particular lens has a rather interesting history. Only ten units were ever produced, with six of them being made specifically for NASA. Three of the remaining units were acquired and modified by iconic filmmaker Stanley Kubrick for use in his film, Barry Lyndon. In a day in age when low-light filmmaking was limited by the sensitivity of the film being used, Kubrick and his executive producer Jan Harlan opted to use one of these ultra-fast primes to film a scene that was lit by only two candles, each of which had three wicks for additional light.

The Zeiss Planar 0.7/50 mm was made famous by Stanley Kubrick. His executive producer, Jan Harlan, is now handing it over to the Zeiss Museum of Optics on loan. Image and caption: Zeiss

‘In 1972, I was able to pick up the lens here in Oberkochen directly from the developers,’ Harlan tells Zeiss. ‘And now I’m bringing it back home on loan to the museum to honour the heritage of Stanley Kubrick.’

Harlan goes on to tell the story about how Kubrick came up with the idea to use the lens and explains what modifications had to be made to this particular unit to be used with motion picture cameras.

‘Stanley read an article in the ‘American Cinematographer’ reporting about a ZEISS 0.7/50mm lens and got most excited. He asked me to research this. I called ZEISS and spoke to a Dr. Kämmerer who explained that this lens could not be used on a motion picture camera since the rear element is only a little more than 5mm from the film-plane. I told this to Stanley, and typical for him, he was not ready to take a ‘no’ for an answer and investigated whether there is a camera with this clearance of 5mm. A reflex camera is clearly not possible since there is no room for a reflecting mirror, but 5mm should still be enough room to allow a rotating disk. To make a long story short: I bought one lens and took it to Ed Di Giulio after Stanley had long talks with him. Ed re-worked the receiving mount of a Mitchel BNC and made it purely dedicated to this lens. After the test were successful, I bought two further lenses for potential conversion to other focal lengths. All are installed now in the Stanley Kubrick Exhibition except the one which I held back.’

On 15 September 2022, Harlan opened a special exhibition at the Zeiss Museum of Optics dedicated to this extraordinary lens. Image and caption: Zeiss

As Zeiss explains in its announcement, the Planar 50mm F0.7 lens holds a place in the Guinness Book of Records and captures roughly four times as much light as an F1.4 lens.

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diogro
9 days ago
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São Paulo
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Hidden effects of habitat restoration on the persistence of pollination networks

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As we enter the United Nations Decade of Ecosystem Restoration the aim must switch to understanding how invasive‐species management affects the persistence of the remaining species in a community. We found that restoration via the removal of invasive plant species has a clear positive effect on plant persistence, whereas for pollinators persistence was higher in unrestored sites in the late season. Our results highlight that network structure may be a useful tool in restoration studies to assess the impact of restoration practices on population dynamics and emphasize a hidden effect of invasive plants‐‐‐although they may compete with native plant species, invasive plants may provide important resources for pollinators. Abstract Past and recent studies have focused on the effects of global change drivers such as species invasions on species extinction. However, as we enter the United Nations Decade of Ecosystem Restoration the aim must switch to understanding how invasive‐species management affects the persistence of the remaining species in a community. Focusing on plant‐pollinator interactions, we test how species persistence is affected by restoration via the removal of invasive plant species. Restoration had a clear positive effect on plant persistence, whereas there was no difference between across treatments for pollinator persistence in the early season, but a clear effect in late season, with higher persistence in unrestored sites. Network structure affected only pollinator persistence, while centrality had a strong positive effect on both plants and pollinators. Our results suggest a hidden effect of invasive plants—although they may compete with native plant species, invasive plants may provide important resources for pollinators, at least in the short term.
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diogro
16 days ago
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Luck, Lottery, or Legacy? The Problem of Confounding. A reply to Harden

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Abstract A reply to Harden's response to Coop and Przeworski(2022). This article is protected by copyright. All rights reserved
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diogro
44 days ago
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Cosmologist Gift

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These neutrinos were freshly produced by a local source just 8 minutes ago
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diogro
84 days ago
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Passer-by can't believe busker is actually playing the guitar

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In this footage, a busker's guitar solo is closely inspected by a skeptical and rather belligerent passer-by: "you're not f*cking doing that!" he declares.

The busker, with extraordinary patience, proves himself to the onlooker by mixing up his performance and even letting him tickle the strings. — Read the rest

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diogro
123 days ago
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Boa noite, boa sorte

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Força de vontade é um recurso finito: não desperdice a sua tentando sair do Twitter por uma questão de princípios. Espere que mais esta rede social complete seu ciclo de degradação, transformando-se em um fantasma de si mesma. Aconteceu com o Tumblr, com o Flickr e com Facebook — pra citar três elefantes brancos que continuam respirando em algum canto escuro da internet. Ainda rendem dinheiro, é o que ouço dizer. Parece que andam inclusive cheias, mas quem circula por essas bandas à noite prefere guardar o relógio no bolso.

A aquisição do Twitter por Elon Musk deve radicalizar o penoso processo de descaracterização da plataforma, em curso desde 20161. Isso representa uma perda relevante porque o Twitter ainda é uma faísca de vida da única internet que realmente interessa: a internet dos blogs. A internet ARTE que operou entre 1999 e 2013, e que tinha como espinha dorsal o feed RSS. Ela nasceu quando a Netscape inventou essa maravilha e morreu quando a odiosa Google sufocou sua derradeira obra de arte — o Google Reader.

O RSS é um desses protocolos simples e geniais, tão abundantes na era da internet utópica. A ideia é permitir que o usuário reúna todos os sites que lhe interessam em um único lugar. Funciona como uma espécie de caixa de e-mails que você abre e — tcharan! — visualiza todas as atualizações dos sites que você escolheu. Que você selecionou. Organizadas de forma cronológica ou segmentadas em pastas temáticas que você mesmo definiu. Sem hierarquização feita por algoritmos, sem enfiar coisa que você não assinou no meio, sem pegadinha do mallandro.

Em uma época anterior ao conceito de notificação, o atrativo do RSS era saber quando seus sites favoritos postavam algo novo sem ter de abrir uma aba do navegador, digitar http://www e ficar apertando F5, tal como faziam os incas, maias e astecas.

Usar um agregador de RSS te tornava o leitor mais atualizado do rolê — e também o mais voraz, já que assim ficava fácil acompanhar uma grande quantidade de sites e selecionar o que queria ler de cada um deles. Fácil buscar, organizar, salvar, guardar pra depois, excluir, adicionar, enviar aos amigos. Você não precisava de um algoritmo selecionando as coisas “por você” se estava tudo ali, tão fácil de fazer você mesmo, do seu jeito. Do único jeito certo.

O agregador de RSS gerou o ambiente propício à criação & consumo de todo tipo de conteúdo, inclusive dos mais esquisitos e menos comerciais. Esse novo modo de espalhar e de receber textos criou um novo comportamento de leitura, e novos escritores e leitores se formaram no caldo nutritivo do RSS.

Ler tinha se tornado mais fácil, e o mesmo valia para ser lido. O autor só precisava chamar a atenção do leitor uma única vez. Uma única vez e aquele leitor seria seu para todo o sempre, ou pelo menos até que ele voluntariamente te excluísse de sua lista. Isso é bem diferente do simba safári das redes sociais, onde todo “produtor de conteúdo”2 é um attention whore caçando na unha migalhas de atenção de seus próprios seguidores.

Deus criou o RSS sem nenhum defeito. Porém, entre 2005 e 2007 a Google quebrou a banca, elevando essa tecnologia ao status de ARTE. O Google Reader era ARTE. Com ele surgiu a possibilidade de seguir o agregador de feed de outras pessoas e ver o que elas haviam lido e recomendado.

Pense em um tópico pelo qual você se interessa, porém não o bastante pra ficar seguindo 72 sites em 3 línguas até achar o crème de la crème daquela rebimboca da parafuseta específica. Com o Google Reader, bastava encontrar um nerd daquele nicho que tivesse um gosto parecido com o seu e seguir esse cara. Pronto: agora você podia ungir seus próprios curadores de conteúdo, fazer uma pipoca e ler apenas o que eles haviam pré-selecionado pra você. O que mais o ser humano poderia querer?

Uma característica decisiva da internet ARTE é que ela oferecia modos saudáveis e socialmente úteis de exercer o pecado da vanitas. Era delicioso ficar conhecido por escrever bem, ou por ler em quantidade. E quando digo “conhecido” eu quero dizer conhecido por um número bem modesto de pessoas. Gosto de pensar que o meu blog — o Já Matei Por Menos, lançado em 2004 —, estava entre os mais lidos da categoria blog pessoal freestyle de raiz, e eu nunca superei o marco dos 2 mil acessos diários. Para que mais? Eram duas mil pessoas lendo e interagindo com os meus textos de maneira regular através dos anos. Era um luxo absoluto.

Escrever nos maiores jornais e revistas do país não me rendeu esse luxo. Ter um fanzine, uma coluna de rádio, redes sociais com dezenas de milhares de seguidores, uma newsletter com seis mil inscritos: nada disso somado me rendeu algo comparável ao nível de leitura, feedback e diálogo de ter um blog na era do RSS.

Tudo corria bem, até que a Google quebrou as pernas do Reader para perseguir seus sonhos dantescos de dominação do mercado de redes sociais. Com isso, a humanidade meio que esqueceu a arte da fabricação do vidro, e o RSS tornou-se limitado a uma seita de nerds velhos vivendo em uma montanha. Hoje em dia, há várias opções de agregadores de RSS: Feedly, NewsBlur, Inoreader, The Old Reader, Feeder. Algum deles é quentinho e gostoso de usar? Nope. Vários deles começam a implementar inteligência artificial e seleção por algoritmos de jeitos pouco católicos? Yep. Mas, por enquanto, certamente são opções melhores do que dormir na chuva.

A ostracização do RSS é o grande drama da internet dos blogs. É este o grande velório que vale as nossas lágrimas. Mas derrotas há muitas, especialmente para nós.

Embora o RSS seja a chave explicativa do nascimento e morte da boa internet, as redes sociais foram um complemento simpático quando ele ainda estava em cena. E por muito tempo o Twitter foi a melhor de todas as redes.

As redes sociais cumpriam o papel de agregador meia sola para pessoas que não eram nativas o suficiente para usarem RSS, e ofereciam opções mais dinâmicas de interação para o resto de nós. Com o Google Reader fora de cena, elas sustentaram a distribuição dos blogs por um tempo, até começarem a adotar a medidas progressivamente draconianas que hoje simplesmente impedem que qualquer conteúdo que não seja produzido sob medida para algoritmos tenha alguma visibilidade.

A internet dos algoritmos define o que será produzido e consumido por todos os usuários, inclusive por quem nunca ganhou nem nunca ganhará um centavo com isso. Define tema, formato, linguagem, tempo, duração… Absolutamente tudo, e de modo cada vez mais detalhado. Mesmo os usuários mais amadores e menos escolados nos meandros dessa internet distópica sabem que postar no horário X é o mesmo que não postar, e que selfies geram mais engajamento não apenas porque as pessoas gostam de selfies, mas porque o algoritmo faz com que esse tipo de foto chegue a mais gente.

Esta é uma internet que castra qualquer conteúdo diversificado. Tudo está fadado a se tornar a mesma coisa. Pior do que se tornar: a já nascer a mesma coisa. As exceções são cada vez mais raras — e menos duradouras.

Para estar nesta internet é necessário fazer cada vez mais concessões e investimentos financeiros. É preciso mendigar que o leitor curta, assine, compartilhe, ative as notificações, comente, te dê uma procuração em três vias e transfira todos os bens para o seu nome.

Simplesmente não vale a pena escrever nesta internet. Os textos não chegam, ninguém lê, é uma experiência triste. E sabe o que é mais triste? As pessoas querem ler. “As pessoas” é um termo forte, mas algumas pessoas querem. O brasileiro subverteu o Facebook, instituindo o gênero TEXTÃO DE FACE. Até o Instagram a gente está lotando de texto. Contra tudo e contra todos, a gente gosta sim de texto. E quem vem dessa subcultura muito específica da internet dos blogs é gente que quer ser lida. Eu sou essa pessoa. Eu comecei a escrever aos 14 anos pregando meus textos no banheiro da escola, de frente pro vaso sanitário. Porque eu queria ser lida.

Sinto que essa não é uma questão para boa parte dos escritores por aí. Dos professores, dos jornalistas, e mesmo dos escritores de ficção. Sinto que pra eles não ser lido soa até vantajoso, porque o que eles querem é ocupar um certo lugar, circular por certos espaços, obter certo prestígio para o qual é necessário escrever, porém não é necessário ser lido. Fica até mais fácil conseguir essas coisas se ninguém te lê. Ninguém te lê, por isso mesmo todo mundo pressupõe que você é ótimo, afinal, está recebendo a chancela do veículo X, da editora Y, da universidade Z.

The only thing that matters is the writing itself: everything else is literature.

Except it’s quite the opposite.

Para quem ainda alimenta a vaidade trágica de ser lido, o Twitter é uma chance mínima de espalhar textos.

Será que já era?

Tem as newsletters, o Substack — ouço dizerem as vozes da minha cabeça.

Tem por um tempo. Tem de forma precária, trabalhosa, provisória e cada vez mais caralhosamente cara.

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organelas
146 days ago
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Brasil
diogro
149 days ago
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São Paulo
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